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Identificação
- Nome científico
- Hibiscus rosa-sinensis L.
- Família botânica
- Malvaceae
- Tipo
- Fitoterápico tópico / cosmético / antidiabético leve
- Parte usada
- Flores frescas ou secas; folhas.
- Hibisco · hibisco-rosa · rosa-da-china · papoula-da-china
- Chinese hibiscus / Shoe flower (inglês) · Rose de Chine (francês)
- Gudhal (hindi)
Características
- Sabor
- Leve-floral, mucilaginoso suave, levemente ácido.
- Aroma
- Floral delicado, rosa-tropical suave.
- Cor da infusão
- Variável por cultivar — rosa pálido a rosado. #E8B8C8
- Intensidade
- 1/5 — extremamente suave.
- Bioma de origem
- Pantropical ornamental — cultivado em todo o Brasil.
Ações principais
- Cosmético capilar (condicionamento, crescimento)
- Antioxidante
- Hipoglicemiante leve (folhas — estudos)
- Anti-inflamatório
- Antibacteriano (tópico)
Componentes ativos
- MUCILAGENS — Condicionamento capilar, demulcente
- ANTOCIANINAS — Antioxidante, anti-inflamatório
- TANINOS — Adstringente, tônico
- FLAVONÓIDES (quercetina) — Anti-inflamatório, antioxidante
História e cultura
O hibisco-rosa é a flor de jardim mais cultivada no Brasil — e a mais subutilizada medicinalmente. Está nos quintais de Norte a Sul como ornamental, enquanto o mesmo gênero (Hibiscus sabdariffa) é vendido a preço premium em farmácias. A ficha do hibisco-rosa no Ervatório cumpre a função de resgatar o valor fitoterápico do que os brasileiros já têm em casa sem saber.
Status regulatório
- ANVISA (Brasil)
- Uso popular reconhecido.
- Sazonalidade
- Flores disponíveis o ano todo (tropical)
🌿 Aviso: conteúdo exclusivamente educacional — não substitui prescrição, diagnóstico ou aconselhamento médico. Consulte profissional de saúde qualificado antes de usar plantas medicinais, especialmente em gravidez, amamentação, uso de medicamentos ou doenças preexistentes.