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Espinheira-Gaúcha

Maytenus dasyclada Mart.

A prima sulina da espinheira-santa — gastroprotetor endêmico dos campos do Rio Grande do Sul com ação documentada e identidade regional forte.

Para que serve

A prima sulina da espinheira-santa — gastroprotetor endêmico dos campos do Rio Grande do Sul com ação documentada e identidade regional forte.

Gastroprotetor. Antiulceroso

Como preparar

90 °C | Tempo: 5–10 min coberto | Quantidade: 3–5 g/250 ml · 3–5 g/250 ml
30 min antes das refeições (gastroprotetor).
Infusão coberta. Idêntico à espinheira-santa.

Quem deve evitar

Nenhuma contraindicação registrada nesta ficha.

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Aviso: conteúdo exclusivamente educacional — não substitui prescrição, diagnóstico ou aconselhamento médico. Consulte profissional de saúde qualificado antes de usar plantas medicinais, especialmente em gravidez, amamentação, uso de medicamentos ou doenças preexistentes.

Detalhe técnico

Identificação

Nome científico
Maytenus dasyclada Mart.
Família botânica
Celastraceae
Tipo
Fitoterápico gastroprotetor / antiulceroso
Parte usada
Folhas secas.

Características

Sabor
Amargo leve, herbáceo-verde, levemente adstringente. Perfil similar à espinheira-santa (M. ilicifolia) mas levemente mais amargo.
Aroma
Erval fresco, folha verde amadeirada.
Cor da infusão
Verde-amarelado a âmbar claro. #B8C460
Intensidade
2/5 — suave, uso cotidiano possível.
Bioma de origem
Pampas e Mata Atlântica interior — endêmica do RS, ocorrência em SC e PR.

Como preparar

Temperatura
90 °C | Tempo: 5–10 min coberto | Quantidade: 3–5 g/250 ml
Quantidade
3–5 g/250 ml
Método
Infusão coberta. Idêntico à espinheira-santa.
Melhor momento
30 min antes das refeições (gastroprotetor).
Combina com
Camomila · Funcho · Melissa (blends digestivos)

Ações principais

Componentes ativos

Contraindicações: Gestação — contraindicada (mesmas precauções que M. ilicifolia). Lactação — cautela.

História e cultura

A espinheira-gaúcha é o equivalente regional da espinheira-santa (M. ilicifolia) para os gaúchos do Rio Grande do Sul — endêmica dos campos e bosques nativos do estado, usada pela medicina popular gaúcha para "azia" e "gastrite" com a mesma lógica da espinheira-santa mais famosa. A diferença entre as duas espécies é geograficamente marcada: M. ilicifolia no Cerrado e Mata Atlântica interior; M. dasyclada nos pampas sulinos. Para o Ervatório, a narrativa da especificidade regional é o diferencial.

Status regulatório

ANVISA (Brasil)
Uso tradicional reconhecido — mesmo grupo de Maytenus monografados
Sazonalidade
Folhas disponíveis o ano todo

Fontes

Fontes em revisão.

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